02/07/2009 Ano IV  
 
 
 

Diversidade no cinema
O cinema faz relações semióticas. É possível entender o cinema pela psicanálise. Pela literatura. Pela história. Pela educação. Por diversidades. Essas relações vêm da tela e saem da poltrona para a tela. É o processo de identificação.

Colaborador(a): Roseli Gimenes
Seção: Cinema




Darwinismo em Debate
Após 150 anos da publicação de "A origem das espécies", as teorias evolucionistas continuam gerando polêmica no âmbito da ciência, filosofia, cultura e religião.

Colaborador(a): arScientia
Seção: Eventos, Lugares, Agenda




Consequências sociais, econômicas e familiares do transtorno de pânico
De Carolina Ramos: muitos portadores da Síndrome do Pânico têm vontade de desabafar e contar para todos o seu sofrimento, mas não o fazem por temerem julgamentos.

Colaborador(a): ... colaboradores
Seção: Psicologia




O ensino de geografia e os atlas escolares
De Clézio dos Santos: produzir Atlas locais e municipais próprios se transforma num grande desafio metodológico que pode envolver toda a escola num trabalho interdisciplinar.

Colaborador(a): ... colaboradores
Seção: Geografia e Ambiente




Fim do século XVII: corpúsculos ou pulsos no éter?
Até meados do século XVII havia uma grande variedade de teorias para explicar a natureza da luz. Alguns pensadores acreditavam que a luz era composta de partículas que emanavam dos corpos materiais, enquanto para outros era uma modificação do meio material entre o objeto e o observador.

Colaborador(a): Thais Cyrino de Mello Forato
Seção: História da Ciência




As desigualdades e Rousseau
A desigualdade moral ou política “consiste nos vários privilégios de que gozam alguns em prejuízo de outros, como o serem mais ricos, mais poderosos e homenageados do que estes, ou ainda por fazerem-se obedecer por eles”.

Colaborador(a): Maicol Martins de López Coelho
Seção: Filosofia e Epistemologia




Dez notas para compreender Roland Barthes
Entre o artista-camaleônico e o semiólogo há apenas um disfarce de autores, ambos são leitores.

Colaborador(a): Rodrigo da Costa Araújo
Seção: Letras, Arte e Semiótica




A luz na antiguidade grega: eidola, o fogo visual e o meio
A observação da natureza era um ato fundamental para tentar explicar os fenômenos naturais. Mas será que era suficiente? O importante é compreender que construir essas explicações não é um processo simples, nem óbvio.

Colaborador(a): Thais Cyrino de Mello Forato
Seção: História da Ciência




Thomas Young e as ondulações da luz
Apresentamos uma tradução de trechos do primeiro artigo de Young dedicado integralmente à luz e às cores, “Sobre a teoria de luz e cores”. Publicado em 1802 nas Philosophical Transactions da Royal Society de Londres, contém suas idéias sobre a luz e seu conceito de combinação das ondas luminosas.

Colaborador(a): Breno Arsioli Moura
Seção: Matemática e Física


1º Análise de Da Vinci, segundo referências psicanalíticas
2º De Leituras e Antropofagia
3º Efeito estufa e aquecimento global
4º A Escolástica
5º Educação ambiental... para quê?
6º Experimentando as Letras Hebraicas
7º Uma leitura de Leonardo da Vinci
8º sob o arco-íris
9º Ano Internacional da Física e a Historia da Ciência
10º Terra Minha, Tão Gentil, Que Te Partiste...

SBPC - Soc. Bras. Progresso Ciência


Conselho Nac Desenvolv. Científico e Tecnológico


Plataforma Lattes


CAPES - Coord. Aperf. Pessoal de Nível Superior


FAPESP Fundação de Amparo à Pesquisa do Est. S. P.


CESIMA - História da Ciência - PUC/SP


Grupo de História e Teoria da Ciência


Estação Ciência


LAPEF Lab. Pesquisa e Ensino de Física


Mário Schenberg


La Insignia